Após quase um mês e meio sem internet, usando de um amigo e outro por causa do descredenciamento da Well onde moro, ficamos nas mãos da Oi com o Velox. Fiz a solicitação no final de dezembro e só vieram instalar no inicio de fevereiro. Mas graças a Deus agora posso postar mais regularmente aqui no blog.
Meu pai sofre de pressão alta, porem na semana passada devido ao medicamento que toma estar com associações a sua pressão baixou demais apresentado os sintomas referidos neste artigo no qual me ajudou a diagnosticar o problema e suspender o remédio.
Muito se tem falado a respeito da pressão alta, ou hipertensão. Como vamos ver neste artigo pouco se sabe a respeito da pressão baixa, ou hipotensão. Apesar se ser tão perigosa como a hipertensão e de não oferecer tanto perigo, a hipotensão é mais difícil de diagnosticar e prescrever tratamento. Continue lendo o artigo.
Tontura, desmaio, sensação de fraqueza, visão turva, dor de cabeça e raciocínio mais lento. Esses são alguns sintomas que a queda da pressão arterial pode causar. Apesar do organismo ser mais prejudicado com a pressão alta, é preciso ficar atento para manter os índices da mesma normais.
De acordo com o cardiologista clínico do Instituto Procardíaco Moacir Fernandes de Godoy, que também é professor livre docente da Faculdade de Medicina de Rio Preto (Famerp), estudos científicos comprovam que pessoas com níveis de pressão mais baixos vivem mais do que as com níveis mais altos.
No entanto, ele alerta que a hipotensão (pressão baixa) é um sinal, não um sintoma, e pode estar relacionada com uma série de doenças que seriam as verdadeiras causas da queda da pressão arterial. Além disso, o médico lembra que em idosos essa pressão baixa eventualmente acompanha consequências ruins porque os órgãos importantes deixam de receber o sangue de acordo com suas necessidades, o que pode causar a ocorrência de infarto no coração ou no cérebro.
O cardiologista do Incor de Rio Preto Carlos Roberto Lesse concorda e acrescenta que a hipotensão arterial pode estar relacionada a problemas secundários, como alguma alteração orgânica (cardíaca, endócrina, neurológica, hemorragia, infecções graves, entre outras) ou reações alérgicas, que podem privar o cérebro e outros órgãos vitais de oxigênio e nutrientes e até levar à síncope e ao choque (estado de risco de morte).
Godoy relata que, de acordo com os últimos consensos dos especialistas, os níveis normais de pressão arterial são aqueles em que a pressão arterial é igual ou menor que 120 por 80 milímetros de mercúrio.
“Valores maiores que esses, mas inferiores a 140 por 90 milímetros de mercúrio, recebem a denominação de pré-hipertensão. Já foi demonstrado que essas pessoas têm grande probabilidade de se tornarem hipertensas de médio a longo prazo. Por fim, são consideradas hipertensas as pessoas com pressão arterial acima de 140 por 90.”
O especialista esclarece que o correto é considerar a pressão em milímetros de mercúrio e por isso se fala em 120 por 80 e não 12 por 8, que seria a medida em centímetros de mercúrio. “Como essa outra forma de falar é muito difundida, é importante entender o seu significado para que não haja confusão na interpretação.”
Segundo Lesse, a pressão arterial é mantida em níveis normais por meio de mecanismos complexos que regulam o débito cardíaco (volume de sangue ejetado pelo coração por minuto) e a resistência vascular periférica (calibre das artérias). Ele explica que esses mecanismos envolvem o sistema nervoso central e periférico, o sistema cardiovascular e renal, hormônios e substâncias vasoativas e a função endotelial.
“Quando há falha de algum mecanismo ou algum fator que interfira nesse sistema de regulação a pressão pode subir ou cair.”Existem vários motivos para que a pressão arterial fique abaixo do nível considerado normal, mas uma causa comum para isso e que afeta 0,5% da população em geral, segundo o cardiologista do Instituto Procardíaco, é a chamada hipotensão postural.
Ele diz que a hipotensão postural ocorre quando a pessoa, que estava deitada ou sentada, fica de pé. Para que seja confirmado esse diagnóstico Godoy explica que é preciso a pressão sistólica (o valor maior) cair pelo menos 20 milímetros (mm), enquanto a pressão diastólica (o valor menor) caia pelo menos 10 mm ao longo dos primeiros três minutos na nova posição.
“Quando as pessoas com pressão arterial normal ficam em pé, a pressão sistólica só baixa de 5 a 10 mm, enquanto a diastólica, ao contrário, se eleva um pouco. Assim, se uma pessoa tem habitualmente uma pressão arterial de 120 x 80 e ao se levantar subitamente sua pressão cai para 100 x 70, então deve-se pensar que ela seja portadora de hipotensão postural”, afirma.
O simples fato de a pessoa ter pressão arterial baixa não significa necessariamente que ela tenha de se preocupar. Godoy avisa que existe certa parcela da população que tem pressão baixa e isso é o normal para ela. “Vale lembrar que os níveis mais baixos de pressão são até protetores contra os problemas cardiovasculares.
As pessoas só devem se preocupar com os níveis baixos se eles vierem acompanhados de sintomas relevantes como tonturas, desmaios ou muita fadiga”, afirma. Lesse enfatiza que diferentemente da pressão alta, que numericamente se considera pressão alta sistólica maior ou igual a 140 ou diastólica maior ou igual a 90 mmHg (14 por 9) com ou sem sintomas, não há um número específico em que a pressão seja considerada baixa.
Nesse caso, o aparecimento de sintomas é o mais importante para conclusão diagnóstica. “Pressão baixa sem sintomas, em indivíduos aparentemente normais, pode ser sinal de boa saúde e maior longevidade.”
Lesse ressalta que na prática clínica se considera pressão baixa níveis menores que 90x60 mmHg (9 por 6) quando acompanhada de sintomas, como tontura, mal-estar, moleza, desânimo, alterações visuais, palidez, pele fria e até desmaio.
Porém, em situações especiais, como no hipertenso, pressão de 10x6 com sintoma pode ser considerada baixa. “De modo geral, pressão baixa é preocupante somente quando apresenta sinais ou sintomas.”
Segundo o professor da Famerp, quem tem pressão arterial normal pode ser reavaliado a cada dois anos, enquanto aqueles que possuem pré-hipertensão devem ser avaliados a cada ano e quem já é hipertenso deve ser reavaliado com freqüência pelo especialista, que fará as recomendações necessárias para o devido controle.
O cardiologista ressalta que, de maneira geral, é interessante que toda pessoa saiba qual é seu nível de pressão arterial mas, mais especificamente, todo adulto acima de 35 ou 40 anos de idade deve averiguá-la periodicamente, principalmente se tiver os chamados fatores de risco, como obesidade, diabetes, familiares próximos com hipertensão e taxa de gorduras (colesterol e triglicérides) elevadas no sangue, entre outros.
No caso de constatada a elevação da pressão, Godoy diz que, obviamente, se devem seguir as orientações médicas para o controle da mesma, pois a pressão alta é realmente mais “perigosa” que a pressão baixa. Para Lesse, aferir a pressão arterial é uma prática tão importante que deve ser iniciada na infância pelo pediatra, principalmente se houver familiares hipertensos.
Consuma:
:: De sete a oito porções de cereais de derivados, como pães integrais, pão sírio, sêmola, cereais integrais e massas integrais
:: De quatro a cinco porções de legumes e verduras em geral
:: De quatro a cinco porções de frutas em geral e seus sucos
:: De duas a três porções de laticínios desnatados, como leite e iogurte desnatado ou semidesnatado e queijo branco magro
:: Duas ou menos porções de carnes, aves e peixes, sempre magras, cozidas, assadas e grelhadas em vez de fritas e removendo as gorduras visíveis e a pele das aves
:: De uma a duas porções de leguminosas, nozes e sementes, como amêndoas, avelãs, amendoim, nozes, sementes de girassol, feijão e lentilha
Fonte - Jane Marin Lesse, nutricionista do Incor Rio Preto
Pressão arterial baixa pode causar desmaios
Pressão arterial baixa pode causar desmaios
Após quase um mês e meio sem internet, usando de um amigo e outro por causa do descredenciamento da Well onde moro, ficamos nas mãos da Oi com o Velox. Fiz a solicitação no final de dezembro e só vieram instalar no inicio de fevereiro. Mas graças a Deus agora posso postar mais regularmente aqui no blog.
Meu pai sofre de pressão alta, porem na semana passada devido ao medicamento que toma estar com associações a sua pressão baixou demais apresentado os sintomas referidos neste artigo no qual me ajudou a diagnosticar o problema e suspender o remédio.
Muito se tem falado a respeito da pressão alta, ou hipertensão. Como vamos ver neste artigo pouco se sabe a respeito da pressão baixa, ou hipotensão. Apesar se ser tão perigosa como a hipertensão e de não oferecer tanto perigo, a hipotensão é mais difícil de diagnosticar e prescrever tratamento. Continue lendo o artigo.
Tontura, desmaio, sensação de fraqueza, visão turva, dor de cabeça e raciocínio mais lento. Esses são alguns sintomas que a queda da pressão arterial pode causar. Apesar do organismo ser mais prejudicado com a pressão alta, é preciso ficar atento para manter os índices da mesma normais.
De acordo com o cardiologista clínico do Instituto Procardíaco Moacir Fernandes de Godoy, que também é professor livre docente da Faculdade de Medicina de Rio Preto (Famerp), estudos científicos comprovam que pessoas com níveis de pressão mais baixos vivem mais do que as com níveis mais altos.
No entanto, ele alerta que a hipotensão (pressão baixa) é um sinal, não um sintoma, e pode estar relacionada com uma série de doenças que seriam as verdadeiras causas da queda da pressão arterial. Além disso, o médico lembra que em idosos essa pressão baixa eventualmente acompanha consequências ruins porque os órgãos importantes deixam de receber o sangue de acordo com suas necessidades, o que pode causar a ocorrência de infarto no coração ou no cérebro.
O cardiologista do Incor de Rio Preto Carlos Roberto Lesse concorda e acrescenta que a hipotensão arterial pode estar relacionada a problemas secundários, como alguma alteração orgânica (cardíaca, endócrina, neurológica, hemorragia, infecções graves, entre outras) ou reações alérgicas, que podem privar o cérebro e outros órgãos vitais de oxigênio e nutrientes e até levar à síncope e ao choque (estado de risco de morte).
Godoy relata que, de acordo com os últimos consensos dos especialistas, os níveis normais de pressão arterial são aqueles em que a pressão arterial é igual ou menor que 120 por 80 milímetros de mercúrio.
“Valores maiores que esses, mas inferiores a 140 por 90 milímetros de mercúrio, recebem a denominação de pré-hipertensão. Já foi demonstrado que essas pessoas têm grande probabilidade de se tornarem hipertensas de médio a longo prazo. Por fim, são consideradas hipertensas as pessoas com pressão arterial acima de 140 por 90.”
O especialista esclarece que o correto é considerar a pressão em milímetros de mercúrio e por isso se fala em 120 por 80 e não 12 por 8, que seria a medida em centímetros de mercúrio. “Como essa outra forma de falar é muito difundida, é importante entender o seu significado para que não haja confusão na interpretação.”
Segundo Lesse, a pressão arterial é mantida em níveis normais por meio de mecanismos complexos que regulam o débito cardíaco (volume de sangue ejetado pelo coração por minuto) e a resistência vascular periférica (calibre das artérias). Ele explica que esses mecanismos envolvem o sistema nervoso central e periférico, o sistema cardiovascular e renal, hormônios e substâncias vasoativas e a função endotelial.
“Quando há falha de algum mecanismo ou algum fator que interfira nesse sistema de regulação a pressão pode subir ou cair.”Existem vários motivos para que a pressão arterial fique abaixo do nível considerado normal, mas uma causa comum para isso e que afeta 0,5% da população em geral, segundo o cardiologista do Instituto Procardíaco, é a chamada hipotensão postural.
Ele diz que a hipotensão postural ocorre quando a pessoa, que estava deitada ou sentada, fica de pé. Para que seja confirmado esse diagnóstico Godoy explica que é preciso a pressão sistólica (o valor maior) cair pelo menos 20 milímetros (mm), enquanto a pressão diastólica (o valor menor) caia pelo menos 10 mm ao longo dos primeiros três minutos na nova posição.
“Quando as pessoas com pressão arterial normal ficam em pé, a pressão sistólica só baixa de 5 a 10 mm, enquanto a diastólica, ao contrário, se eleva um pouco. Assim, se uma pessoa tem habitualmente uma pressão arterial de 120 x 80 e ao se levantar subitamente sua pressão cai para 100 x 70, então deve-se pensar que ela seja portadora de hipotensão postural”, afirma.
O simples fato de a pessoa ter pressão arterial baixa não significa necessariamente que ela tenha de se preocupar. Godoy avisa que existe certa parcela da população que tem pressão baixa e isso é o normal para ela. “Vale lembrar que os níveis mais baixos de pressão são até protetores contra os problemas cardiovasculares.
As pessoas só devem se preocupar com os níveis baixos se eles vierem acompanhados de sintomas relevantes como tonturas, desmaios ou muita fadiga”, afirma. Lesse enfatiza que diferentemente da pressão alta, que numericamente se considera pressão alta sistólica maior ou igual a 140 ou diastólica maior ou igual a 90 mmHg (14 por 9) com ou sem sintomas, não há um número específico em que a pressão seja considerada baixa.
Nesse caso, o aparecimento de sintomas é o mais importante para conclusão diagnóstica. “Pressão baixa sem sintomas, em indivíduos aparentemente normais, pode ser sinal de boa saúde e maior longevidade.”
Lesse ressalta que na prática clínica se considera pressão baixa níveis menores que 90x60 mmHg (9 por 6) quando acompanhada de sintomas, como tontura, mal-estar, moleza, desânimo, alterações visuais, palidez, pele fria e até desmaio.
Porém, em situações especiais, como no hipertenso, pressão de 10x6 com sintoma pode ser considerada baixa. “De modo geral, pressão baixa é preocupante somente quando apresenta sinais ou sintomas.”
Segundo o professor da Famerp, quem tem pressão arterial normal pode ser reavaliado a cada dois anos, enquanto aqueles que possuem pré-hipertensão devem ser avaliados a cada ano e quem já é hipertenso deve ser reavaliado com freqüência pelo especialista, que fará as recomendações necessárias para o devido controle.
O cardiologista ressalta que, de maneira geral, é interessante que toda pessoa saiba qual é seu nível de pressão arterial mas, mais especificamente, todo adulto acima de 35 ou 40 anos de idade deve averiguá-la periodicamente, principalmente se tiver os chamados fatores de risco, como obesidade, diabetes, familiares próximos com hipertensão e taxa de gorduras (colesterol e triglicérides) elevadas no sangue, entre outros.
No caso de constatada a elevação da pressão, Godoy diz que, obviamente, se devem seguir as orientações médicas para o controle da mesma, pois a pressão alta é realmente mais “perigosa” que a pressão baixa. Para Lesse, aferir a pressão arterial é uma prática tão importante que deve ser iniciada na infância pelo pediatra, principalmente se houver familiares hipertensos.
Consuma:
:: De sete a oito porções de cereais de derivados, como pães integrais, pão sírio, sêmola, cereais integrais e massas integrais
:: De quatro a cinco porções de legumes e verduras em geral
:: De quatro a cinco porções de frutas em geral e seus sucos
:: De duas a três porções de laticínios desnatados, como leite e iogurte desnatado ou semidesnatado e queijo branco magro
:: Duas ou menos porções de carnes, aves e peixes, sempre magras, cozidas, assadas e grelhadas em vez de fritas e removendo as gorduras visíveis e a pele das aves
:: De uma a duas porções de leguminosas, nozes e sementes, como amêndoas, avelãs, amendoim, nozes, sementes de girassol, feijão e lentilha
Fonte - Jane Marin Lesse, nutricionista do Incor Rio Preto